BELA, EMPONDERADA E EMPREENDEDORA!

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AI AI, queria nem falar olha! Mas quando eu acordei, com o solzinho da manhã enchendo o meu quarto, meu amor do meu lado, eu achei que o dia seria maravilhoso ATÉ eu ter o desprazer de me deparar com a presepada da VEJA com essa matéria. Não é nem uma novidade que eu sou pró feminismo, emponderamento e empreendedorismo são pautas que vira e mexe invadem esse site. Minha posição em relação ao feminismo é muito simples, sou a favor de que a mulher seja completamente dona de seu corpo e suas decisões, que ela saiba usar desse poder pra buscar aquilo que mais importa nesse mundo, sua felicidade! Isso também inclui as mulheres que por opção própria escolhem ser recatadas e do lar.

Mas vejam bem, será que estamos retrocedendo? Onde que esses anos todos de batalha foram parar quando um veículo desse tamanho lança uma matéria tendenciosa que insinua que para “conseguir um partidão” você precisa ser esse tipo de mulher? Primeiro que nossas vidas não devem ser só isso certo? Certo! Não viemos a esse mundo pra ser limitadas a encontrar um bom partido. Segundo, o que afinal de contas é ser recatada? Submissa? Só fala quando lhe é solicitado? Só sai se for com o marido? Sério, não sei o que dizer disso. Agora a palavra que mais me incomoda nesse título é do lar. O que é ser do lar? Afazeres domésticos? Dedicação à família? Dizer que uma pessoa é do lar é o mesmo que dizer que é de família. TODAS SOMOS! Inclusive o Bruno é um rapaz do lar também, e que todos os homens sejam do lar também.

Depois de desabafar eu venho com uma proposta bem melhor: Belas, Emponderadas e Empreendedoras? Emponderadas o suficiente pra saber do nosso real papel na sociedade. Pra saber que não vivemos em um mundo para mulheres, mas podemos mudar isso nos transformando em mulheres mais aceitas, mais unidas e principalmente mais ativas! Se algo nos incomoda já nos acostumamos a simplesmente dizer ” o mundo é assim “, mas e se não precisar ser? Que tal a gente parar de julgar a coleguinha que decidiu abrir mão da faculdade e trabalho pra se dedicar aos filhos? Ela tem esse direito e ela é feliz desse jeito! Assim como a que escolheu fazer o caminho inverso, ela não ama mais ou menos os filhos por ter escolhido seguir com a vida profissional e algumas realizações pessoais.

Depois que a gente aprende a se amar, a se aceitar e entende a força que temos, somos capazes de enxergar um novo mundo de possibilidades. O empreendedorismo é o caminho que MUITAS mulheres encontram pra atingir seus sonhos , eu sou uma delas! Já trabalhei em algumas empresas, já trabalhei como freelancer mas é quando eu estou em um projeto empreendedor que eu me sinto VIVA! Imagina um mundo onde mais mulheres empreendessem? Um mundo onde mais mulheres governassem, onde nossas necessidades pudessem ser postas em pauta? É um sonho que não precisa ser utópico, basta a gente passar a frente essas pequenas questões e jamais deixar que ninguém nos coloque dentro de uma caixinha, um padrão, um modelo de perfeição! Podemos ser sim belas, recatadas e do lar. E ao mesmo tempo, belas, extrovertidas e do bar. Mas a cima de tudo donas de nós mesmas!

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