5 HÁBITOS PARA UM BOM RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA

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Olá galera! Diferente dos anos anteriores, esse ano eu não coloquei nenhuma listinha de resoluções para 2017, simplesmente por que 2017 pra mim vai ser um ano de menos promessas e mais atitudes, pretendo ir lá e fazer e acabou. Entretanto, como um ser humano em constante aprendizado, esse também vai ser pra mim e pra minha família um ano onde vamos valorizar mais os nossos relacionamentos.

Eu acredito que não existe relacionamento perfeito, mas também acredito que alguns hábitos podem tornar tudo mais fácil e agradável. Eu sempre quis ter uma família onde o meu lugar favorito no mundo fosse a minha própria casa, junto das pessoas que eu amo e graças a Deus eu tenho conseguido esse trunfo.

Aqui vai alguns dos hábitos que eu e o Bruno adotamos para nossas vidas e que nos tem feito muito felizes. ATENÇÃO! Não estou dizendo que é a formula pra felicidade ou que somo melhores ou qualquer coisa negativa que possa passar pela sua cabecinha, apenas quero compartilhar coisas boas, afinal se não formos nós a jogar good vibes pro universo quem vai ser né não?!

1. Tomem Café da manhã juntos.

Pra mim um dos melhores momentos do dia é o café da manhã, aquela sensação de “mais um dia”, o frescor da manhã, o café quentinho, tudo isso somado a uma boa conversa matinal sobre os planos e expectativas para aquele dia, muitas vezes o único momento que a família tem pra se reunir.

2. Separe um momento do dia para se divertirem juntos.

Eu sei que as vezes o dia é longo e cansativo, mas imagina que depois de você ter passado horas longe de casa tudo o que o seu filho mais deseja no dia é poder dividir a noite com você. Não importa a atividade, seja brincadeiras leves, filminhos divertidos, ou até mesmo um chameguinho. Quando você separa uma hora específica do dia pra dar atenção pras crianças ajuda também a combater a ansiedade delas, afinal ela sabe que vai ter uma hora no seu super corrido dia que você vai parar e dar atenção única e exclusivamente para ela.

3. respeite o humor dos outros

Seja de Adultos ou crianças é muito importante cultivar o hábito de respeitar o humor das pessoas que vivem com você. Por mais alto astral que uma pessoa possa ser, nem todos os dias serão flores, e é aí que entra a cumplicidade, a cumplicidade pra fazer com que aquele dia não se torne ainda pior. Uma boa conversa, um agrado pode ajudar a pessoa se sentir melhor e de repente encontrar uma solução pro problema dela.

4. Conversem sobre os planos pessoais

Como casal é mais do que natural que exista inúmeros planos em conjunto, afinal é pra isso que vocês ESTÃO juntos, pra caminharem na mesma direção. Mas, não podemos deixar de lado a individualidade e autonomia que cada um tem sobre a própria vida. Conversar sobre planos pessoais, metas profissionais, sonhos de infância e principalmente se envolver em todos eles é essencial para a boa manutenção de qualquer relacionamento, todo mundo gosta quando a pessoa amada se interessa por aquilo que te faz feliz.

5. Perdoe sem condições.

Saber perdoar é uma das virtudes mais bonitas e mais raras nos dias atuais, o mundo anda cheio de ódio e rancor e tem se tornado cada vez mais fácil abandonar velhos relacionamentos à cultiva-los. Entretanto saber perdoar sem condições, sem esperar que a pessoa te retorne com algo ou sem se aproveitar da situação para usa-la como vantagem, é definitivamente um dos hábitos mais importantes pra quem realmente quer ter um bom relacionamento em família. Ninguém disse que é fácil, mas reduz os desentendimentos cotidianos em quinhentos porcentos.

Quais hábitos que vocês possuem na rotina familiar de vocês que ajuda na manutenção da relação? Deixa aqui em baixo, vamos adorar conhecer vocês um pouco mais. Beijos e até a próxima :*

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ACASO, DESTINO OU PROFECIA?

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Se tem uma palavra que define  o meu relacionamento com o Bruno é furacão, foi assim de repente como uma avalanche que chega sem avisar e sai arrastando tudo que encontra pela frente. Até hoje, nas nossas rotineiras conversas antes de dormir, ficamos impressionados com como as coisas aconteceram. Foi tudo tão casual, tão inesperado que é difícil ser cético numa hora dessas, não da pra saber se a força maior foi o destino, ou obra de Deus, ou se de alguma forma já estava escrito que iriamos nos encontrar e reencontrar.

Era uma daquelas noites de sábado que você só quer sair com sua melhor amiga e curtir uma balada sem preocupações. Quando chegamos na tal balada fomos direto ao bar, e por uma obra do acaso, me deparei com ele de costas, interagindo com amigos que eu nem fazia ideia de quem eram, e que hoje são pessoas presentes na vida da minha família. Claro que eu o cumprimentei, mas naquela altura nem imaginava que naquele momento estávamos começando algo maior do que nós mesmos.

Como eu posso descrever essa noite? Musica alta, lugar lotado, iluminação escassa, muito álcool e gargalhadas sem fim. Não tinha como dar em outra, nos beijamos como o roteiro já previa, e como num filme a música foi ficando distante, as conversas ao redor não faziam sentido, o calor subia pela costa e a nuca aquecida causava uma cosquinha agradável. Parece que o beijo se estendia pela eternidade, nem um de nós estava disposto a abrir mão daquele momento. Mas, algo estava estranho, um desconforto no meu estômago estava começando a incomodar, eu já não estava mais prestando atenção em mim e como um geiser, toda aquela bebida colorida veio a tona! Ainda bem que deu tempo de virar pro outro lado! #ecaah!

O Outro dia foi um clássico, a ressaca batia pesado, a vontade de passar o resto da vida deitada era visível. Assim como as lembranças da noite anterior, como a curiosidade sobre o que estava por vir, e toda a expectativa que estava sobrevoando a situação. Passei o dia inteiro tentando recuperar meu corpo, acabei dando pouca atenção ao “protocolo dos encontros” e não liguei que ele nem tinha me dado sinal de vida no outro dia. Segunda feira chegou chegando, trabalho, faculdade, vida social e todas as cansativas atividades da vida adulta me fizeram lembrar que a tal da ligação ainda não tinha rolado, não sou do tipo de mulher que espera que liguem pra ela, mas eu não tinha nenhum contato dele, só ele tinha meu numero, por tanto esperei, e assim foi se passando os dias, terça, quarta, quinta feira chegou e eu já tinha desencanado da tal ligação.

Até que no meio da noite de quinta o telefone faz bip, e uma mensagem dele chega. Foi até engraçado, era quase que uma mensagem tímida, da que diz “oi :)” mas quer dizer “oi você ainda lembra de mim? Desculpe não ter ligado antes” , Aquilo aguçou meus instintos e pra não parecer muito frustrada respondi com um singelo ” e ai tudo beleza? ” , o pobre achou que eu estava dispensando-o, quando na verdade só estava descontando os dias de ansiedade. Quem  nunca né?

Daí pra frente, um dia era muito tempo pra ficarmos longe, vieram terças insanas, viagens de ultima hora, inúmeras piadas internas, uma gravidez inesperada, uma experiência hospitalar intensa, a certeza de que aquilo era amor, a construção do sentido real de família, a força da união na hora de superar os medos, a felicidade pela vitoria da nossa família, a rotina da vida a três e muita mas muitas alegrias… A história não acabou, na verdade ela não vai acabar nunca, ela se estende e cada dia é um novo episódio. Não importa em que você acredita, seja acaso ou destino ou profecia, alguma coisa maior rege as nossas vidas e ela nos deu essa missão. E nós vivenciamos essa experiencia cada dia com mais amor!

VAMOS FALAR SOBRE KEVIN?

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Olá galera! Quem me acompanha no Snapchat (d.nise) sabe que esse fim de semana a família Cardoso Uchôa fugiu do calor da cidade e ficou entocada dentro de casa. Sério, tá inviável sair de casa nesses dias quentes. Daí tiramos o fim de semana pra nerdar, e nos atualizarmos em alguns filmes que estavam na nossa lista de espera. Um deles foi o We Need To Talk About Kevin ( Precisamos Falar Sobre Kevin ).

Precisamos Falar Sobre o Kevin -- EUA, 2011 -

Esse filme não é novo, foi lançado em 2011 e assistimos por indicação de uma amiga. Não quero dar spoiller porque ele realmente é muito bom, por isso recomendo que todos assistam. Mas no geral a história se passa em torno de Eva ( Tilda Swinton ), a mesma atriz que fez a Feiticeira de As Crônicas de Narnia, tentando se adaptar a sua nova realidade. O filme vai nos dando um pouco do que ela vive no presente e um pouco do que ela viveu no passado quando se casou com Frank ( John C. Reilly ) e juntos construíram uma família gerando Kevin ( Jasper Newell / Ezra Miller ) e Célia ( Ursula Parker ).

Eva - We Need To Talk About Kevin

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A trama se desenrola mostrando a dificuldade que Eva tem em se relacionar com seu filho Kevin, e a princípio nos faz acreditar que o problema talvez seja ela, já que por ser muito nova e amante da liberdade ela mesma não queria ser mãe. Entretanto Kevin não é uma criança mimada, é uma criança que desde muito novo sabe exatamente o que está fazendo e sabe como manipular as pessoas ao redor dele. Não vou falar mais nada do filme porque daqui pra frente é melhor que vocês mesmo assistam.

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Acontece que em nenhum momento é citado o termo “psicopatia”, no entanto, quem já leu um pouco sobre o assunto consegue sacar na hora sobre o que o filme realmente trata e o quão difícil é destingir se o problema é a mãe/criação ou se é algo patológico, uma vez que ninguém quer cogitar a ideia de ter gerado uma criança com tal transtorno. O filme também joga nas entrelinhas a culpa que os pais sentem em uma situação dessa, e alguns questionamentos como “será que eu podia ter feito alguma coisa?” .

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Outro ponto importante que o filme também joga nas entrelinhas é a relação dentro de casa homem/mulher. A falta de comunicação e de apoio que um precisa dar ao outro, a forma como a maioria das famílias se comportam deixando a responsabilidade de criar os filhos somente a mulher e o pai tornando-se o provedor da casa. Uma vez que o circo ta pegando fogo em casa e o marido não consegue entender o porque da relação entre mãe e filho estar tão abalada.

Precisamos Falar Sobre o Kevin -- EUA, 2011 -

Essas coisas que envolvem mente sempre me intrigaram bastante, cheguei a ler o Mentes Perigosas – o psicopata mora ao lado da brasileira Ana Beatriz Barbosa Silva. O livro explica de uma forma bem clara como as pessoas que sofrem desse tipo de transtorno podem viver uma vida inteira camuflados entre a gente, sendo quem elas precisam ser naquele momento, fazendo você acreditar que elas são capazes de se relacionar como qualquer um, e na verdade elas são incapazes de nutrir qualquer tipo de empatia ou afeto por quem quer que seja, transformando-as em seres frios e extremamente calculistas.

Por isso acho que independente do que Eva tenha sido para o filho ou pudesse ter feito de diferente, no fim, ele seria exatamente quem ele é. E o filme é um bom alerta/sacode nas mães e pais que acham que os filhos são perfeitos e preferem fechar os olhos pra certas atitudes, nunca se sabe quando é birra ou algo mais sério. É de extrema importância na criação dos pequenos o acompanhamento de profissionais da área de psicologia, somente eles poderão enxergar alguma coisa que nós, que estamos envolvidos sentimentalmente de mais, não somos capazes de ver.

Bônus: Depois de assistir ao filme, dá uma conferida nesse ( link ) e veja algumas coisas que só quem prestou muuuuuita atenção no filme percebeu.

Por isso se você é desse tipo que gosta de filmes mais intrigantes, mais dramáticos essa é uma boa dica! Caso você já tenha assistido deixe aqui nos comentários o que vocês acharam do final do filme. Beijos e até a próxima :*

A PERFEIÇÃO DO IMPERFEITO

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Você não acha lindo aquele casal que completa a frase um do outro? Aquele casal que usa a mesma foto no perfil do facebook ou que muitas vezes cria um perfil único pra ambos? Você não acha o máximo aquele casal que fala das mesmas coisas, gosta das mesmas coisas, e são parecidos até fisicamente? Pois é, eu não!

Eu acredito na soma, soma de valores, de gostos, de experiências, de peculiaridades. Quantas e quantas vezes eu já não olhei para o Bruno e pensei (WTF?), e no segundo seguinte me apaixonei ainda mais? Quantas vezes fomos a uma festa ouvindo Pennywise e voltamos ouvindo Couer De Pirate ? E nossos amigos que digam quantas vezes já nos flagraram fervilhando numa discussão onde no fim nem um dos dois deu o braço a torcer, mas soubemos respeitar que pensamos diferentes.

Mas me respondam uma coisa, vocês conseguem ver mais desse tipo por ai? Não querendo dizer que somos um casal descolado ou algo do tipo, mas, olhando ao meu redor eu vejo cada vez menos gente se aventurando no desconhecido, todo dia surge um casal novo que ” completa ” um ao outro, quando na verdade deveriam ” transbordar ” um ao outro. Já me cansei de sentar em rodadas e ouvir as mesmas histórias, das mesmas pessoas com os mesmos argumentos e zzzZZzz. Ops, dormi!

Cadê o respeito a singularidade de cada um ? Em que me acrescenta alguém igual a mim? Relacionamentos não são fáceis, nunca foram e nunca serão. Seja uma amizade, um namoro, um casamento, ou até/principalmente fraternal. É biológico gente, genes diferentes geram proles mais fortes! O importante não é finalizar a frase do outro, é ter com quem conversar no fim do dia, e essa pessoa se interessar pelo que você está dizendo só porque você é importante pra ela.

Todos os dias as redes sociais explodem de casais se formando e separando tão rápido e fácil quanto trocar de sapatos, já que tudo que é de mais enjoa, e no final eles mal conseguem lembrar do próprio relacionamento já que não fizeram nada com aquela pessoa que não pudessem ter feito sozinhos. Então pare de buscar o perfeito e tente o imperfeito pra variar, desse jeito não haverá um dia se quer que você não irá se lembrar, pois todos os dias será uma descoberta, uma aventura. E no final das contas você vai ver que não precisou deixar de ir ao cinema com as amigas porque aquele filme não faz o gênero dele, e ele não precisou abrir mão do vídeo game com os amigos porque você não é de jogos.

ILUSTRAÇÃO: DETALHES FELIZES VIVIDOS A DOIS

Oi gente, numa dessas de ficar passeando pelos sites sem nenhuma pretensão me deparei com essa série de ilustrações que retratam os detalhes de um relacionamento a dois. Coisas simples que tornam a vida uma experiência linda e que só quem tem um amor pra dividir pode entender. Olha só

COZINHANDO

Quem não gosta de cozinhar pro amor? Eu e o Bruno praticamos muito isso aqui em casa, um cozinha pro outro ou cozinhamos juntos. É uma delícia.

COMPRAS

Compras pra casa, que situação mais corriqueira e mais prazerosa quando feita a dois.

LAZY

Enquanto um ta trabalhando o outro ta de bobeira, o importante é estarem juntos. E o gatinho alí pode ser a Luna. hahahah

CINEMINHA EM CASA

Cinema em casa, um filme de terror + um de comédia pra balancear. Quem nunca? hahaha

PENSANDO EM VOCÊ

Até quando não estamos juntos a saudade faz questão de tornar o momento da lembrança especial ❤

TOMANDO SORVETE

Posso provar o seu? hahaha isso é tão Bruno.

NOITE

Cuidando um do outro.

E ai, se identificaram? Eu super me identifiquei, pude ver eu e o Bruno em todas as ilustrações, infelizmente não sei quem fez, mas com certeza é alguém com uma sensibilidade sem tamanho. Espero que tenham gostado, se si identificaram em pelo menos uma dessas ilustrações não deixem de compartilhar! Beijos e até a próxima :**

Fonte: ovelhasvoadoras